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Inteligência Artificial: notícias, análises e o futuro da tecnologia

PVH Corp 12 de Julho de 2026

Calvin Klein e Tommy Hilfiger usam IA para criar moda do futuro

Calvin Klein e Tommy Hilfiger usam IA para criar moda do futuro

A moda está ganhando um novo aliado: a inteligência artificial. A PVH Corp, dona de marcas icônicas como Calvin Klein e Tommy Hilfiger, anunciou uma parceria com a OpenAI para usar o ChatGPT Enterprise em várias áreas do negócio. A notícia foi divulgada em fevereiro de 2025, durante a apresentação de resultados financeiros da empresa.

Na prática, a PVH quer usar a IA para criar roupas, gerenciar estoques e melhorar a experiência de quem compra online. Mas como isso funciona? Vamos explicar de forma simples.

O que muda no design de moda?

Antes, os estilistas passavam horas desenhando à mão ou usando softwares complexos. Agora, com o ChatGPT, eles podem descrever uma ideia — como 'uma jaqueta jeans azul com detalhes em couro' — e a IA sugere variações de cores, tecidos e cortes. Isso acelera a criação de coleções e permite testar mais ideias em menos tempo.

E a produção das roupas?

Na cadeia de suprimentos (a rede de fábricas, transportadoras e lojas), a IA ajuda a prever a demanda. Por exemplo: se uma semana fria está chegando, o sistema pode recomendar aumentar a produção de casacos e reduzir a de camisetas. Isso evita sobras de estoque e falta de produtos nas prateleiras.

Como o consumidor é impactado?

Se você já comprou em um site e demorou para encontrar o que queria, a IA pode ajudar. A PVH pretende usar o ChatGPT para criar assistentes virtuais que entendam perguntas como 'quero uma calça social preta até R$ 500' e mostrem exatamente as opções disponíveis, sem você precisar navegar por dezenas de páginas.

Além disso, a empresa planeja usar IA para personalizar recomendações — aquela sugestão de 'você também pode gostar' — com base no seu histórico de compras e preferências.

Por que isso importa?

O mercado de moda é extremamente competitivo. As tendências mudam rápido, e o consumidor quer novidades o tempo todo. Com a IA, a PVH espera reduzir o tempo entre a criação de uma peça e sua chegada à loja, além de diminuir custos. Para o consumidor, isso significa roupas mais alinhadas com o que ele realmente quer.

Mas será que a IA vai substituir estilistas? A PVH diz que não. A ideia é que a inteligência artificial seja uma ferramenta de apoio — como um assistente super-rápido que sugere opções, mas a decisão final continua com os profissionais.

A iniciativa também levanta questões: como garantir que a IA não replique preconceitos ou tendências excludentes? E a privacidade dos dados dos consumidores, que serão usados para treinar o sistema? A empresa afirma que segue rígidos protocolos éticos e de segurança, mas especialistas recomendam que as marcas sejam transparentes sobre o uso dos dados.

Para quem trabalha na área, a notícia é um sinal de que as habilidades em tecnologia podem ser tão importantes quanto o talento criativo. Saber dialogar com ferramentas como o ChatGPT pode se tornar um diferencial no currículo de estilistas, compradores e gerentes de marca.

E você, o que acha? Usaria um assistente de IA para escolher sua próxima roupa? Ou prefere o bom e velho toque humano? A resposta talvez defina como vamos nos vestir nos próximos anos.


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