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Se você é fã de GTA como eu, provavelmente já está contando os dias para colocar as mãos em GTA 6. A Rockstar prometeu algo revolucionário, um jogo que vai definir a próxima geração. Mas aí vem aquela pulga atrás da orelha: será que o PlayStation 5 e o Xbox Series X|S vão dar conta do recado? Afinal, rodar um mundo aberto do tamanho de Vice City com gráficos de cair o queixo não é brincadeira. Vou te contar o que sabemos até agora — e o que eu acho que vai acontecer.
Vamos combinar: desde que o primeiro teaser caiu na internet, a empolgação só cresceu. Mas, como todo bom fã de tecnologia, a gente sabe que nem sempre o que é mostrado em vídeo se traduz em gameplay real. Lembra de GTA V no PlayStation 3? Rodava, mas com muito esforço. Hoje, no PS5, ele voa. A diferença é que GTA 6 está sendo feito sob medida para esses consoles, então a expectativa é outra.
O PS5 e o Xbox Series X carregam processadores AMD Zen 2 com clock altíssimo, SSDs ultrarrápidos e GPUs capazes de ray tracing em tempo real. Em teoria, eles têm potência de sobra. Mas o pulo do gato está na otimização. A Rockstar é mestre nisso — afinal, ela já fez Red Dead Redemption 2 rodar no PS4 Pro com qualidade quase de PC. Agora, com hardware mais moderno, a pergunta é: conseguirão manter 60 quadros por segundo (fps) estáveis?
Se você me perguntar, acho que vamos ter modos de performance e qualidade. O modo qualidade deve mirar em 30 fps com resolução 4K nativa e ray tracing ligado. Já o modo performance pode priorizar 60 fps, talvez com resolução dinâmica ou ray tracing mais seletivo. Não espere 8K ou 120 fps — isso é papo de marketing. O importante é a fluidez, e 60 fps já seria um luxo para um jogo tão denso.
Aí entra uma questão polêmica. O Series S é o console de entrada, com menos memória e GPU mais fraca. Muitos jogos já tiveram que reduzir resolução ou cortar efeitos para rodar nele. Para GTA 6, o desafio é enorme. Se a Rockstar quiser lançar no Series S (e ela vai, porque é obrigação contratual), provavelmente terá que fazer um grande downgrade. Gráficos mais simples, texturas de menor qualidade e talvez até 30 fps fixos. Mas sinceramente? Acho que a experiência ainda será boa, só não vai ser a mais bonita. O importante é que o jogo seja divertido.
Já parou para pensar como ficamos obcecados por números? Taxa de quadros, resolução, ray tracing… No fim, o que importa é se o jogo te transporta para aquele mundo. GTA V no PS3 tinha 30 fps instáveis e resolução sub-HD, mas foi um dos jogos mais vendidos da história. Claro, hoje temos padrões mais altos, mas não podemos deixar que a busca pelo pixel perfeito estrague a diversão. Você trocaria 60 fps por uma cidade mais viva, com mais NPCs e mais detalhes? Eu, sinceramente, prefiro o mundo pulsante.
Eu aposto que GTA 6 vai rodar bem nos consoles atuais, mas com algumas escolhas difíceis. Talvez o ray tracing seja mais limitado do que nos trailers. Talvez a distância de visão sofra cortes. Mas, como fã da Rockstar, sei que eles sabem espremer cada gota de desempenho. No fim, o lançamento vai ser um marco — e seja qual for a configuração, a gente vai passar horas dirigindo, causando caos e explorando cada cantinho de Vice City.
Então, prepare o controle, limpe a poeira do console e confie no estúdio que já nos deu tanto. E você, acha que o PS5 vai dar conta? Deixa sua opinião aí nos comentários — vou adorar saber o que você pensa sobre isso.
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