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Inteligência Artificial: notícias, análises e o futuro da tecnologia
Já imaginou ter um assistente que não só executa tarefas, mas também prevê o que pode dar errado? Enquanto a maioria das IAs reage a comandos, uma nova geração de agentes inteligentes promete dar um passo à frente: planejar antecipadamente para lidar com surpresas. O empreendedor Danijar Hafner está desenvolvendo exatamente isso em sua startup no distrito SoMa de São Francisco — um escritório quase vazio, sem nome na porta, mas cheio de potencial. A ideia é criar sistemas capazes de simular cenários imprevistos e se preparar para eles, como um verdadeiro profissional de planejamento estratégico, só que automatizado.
Mas o que isso significa na prática? Em vez de apenas responder a perguntas ou seguir roteiros fixos, esses agentes pensam em “e se…”. E se o cliente mudar de ideia? E se o servidor cair? E se o trânsito atrasar? Eles já teriam um plano B, C e D prontos. Ainda não temos acesso a essa tecnologia diretamente, mas podemos aplicar o mesmo raciocínio usando ferramentas de IA que já estão disponíveis hoje. Vamos aprender a “treinar” sua IA para pensar em imprevistos.
Você não precisa esperar pelos agentes futuristas de Hafner. Com um pouco de criatividade e prompts bem elaborados, é possível transformar assistentes como ChatGPT, Gemini ou até mesmo integrações de calendário em verdadeiros planejadores de contingência. O segredo está em ensinar a IA a considerar múltiplos cenários e sugerir ações alternativas. Veja o passo a passo:
Estamos acostumados a tratar a inteligência artificial como uma ferramenta reativa: você pergunta, ela responde. Mas a verdadeira revolução será quando ela começar a agir proativamente. Os agentes de Hafner representam esse salto — e você pode começar a praticar hoje, mesmo sem o software dele. A reflexão que fica é: estamos preparando nossas IAs para o inesperado, ou ainda as tratamos como máquinas de respostas prontas?
Experimente aplicar essas dicas nos próximos dias. No começo, pode parecer estranho pedir à IA que pense em falhas, mas é exatamente essa capacidade de antecipação que diferencia um bom planejador de um mero executor. Quem sabe, em breve, você não estará usando um agente que aprendeu com você a ter um plano para cada imprevisto — e aí, sim, a tecnologia estará realmente a seu serviço.
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